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Jovem adotada por família cearense procura seus pais biológicos em Piracuruca

A jovem de 27 anos chamada Olívia Raquel Albuquerque, que hoje reside na Serra de Meruoca no Ceará, próximo ao município de Sobral, entrou em contato com a equipe do portal PIRACURUCA AO VIVO e nos contou sua história de busca pelo paradeiro de seus pais biológicos, ela nos escreveu relatando detalhadamente todos os passos de sua jornada, leia e quem sabe você nãos poderá ajudá-la a encontrar seus genitores.

"Vou tentar aqui resumir a historia, minha mãe adotiva, ela queria criar uma filha mulher, porque ela já tinha tido 5 homens. A minha tia, irmã de minha mãe adotiva chamada Socorro, ela na época morava em Caxias, era freira superior do convento e minha mãe sempre comentava com ela que gostaria de criar uma menininha.

Um belo dia a freira chamada Natividade, que morava com o bispo em Campo Maior, informou a irmã Rosita Paiva que era diretora do convento de Campo Maior e amiga da minha tia, freira Socorro de Caxias, da qual minha tia já tinha comentado com ela que uma irmã dela tinha interesse em criar uma menina, pois bem, a irmã Rosita ligou para minha tia em Caxias, falando que tinha aparecido uma criança para dar e que a irmã Socorro ligasse para a irmã dela, para perguntar se a mesma queria e a resposta foi sim.

No mesmo dia meus pais adotivos foram para Campo Maior para o convento onde minha tia de Caxias e as outras freiras os aguardavam, mas a ligação que minha mãe recebeu foi dia 22 de março e meus pais chegaram lá dia 23 de março. Na verdade eu passei de mãos em mãos, ainda bem que foram de pessoas boas. A irmã Rosita pediu para uma freira de seu convento chamada Toinha, ir me pegar na maternidade com minha mãe biológica e me levou para o convento. Cheguei no convento dia 23 e na mesma data, horas depois meus pais chegaram e me pegaram.

Cinco anos depois minha mãe me levou para convento de Campo Maior, para me mostrar a freira Rosita Paiva, para ela ver como eu estava lindinha, sadia e bem cuidada, e minha mãe me disse que perguntou a irmã Rosita sobre meus pais biológicos, porque ela gostaria de saber, para quando eu crescesse, caso perguntasse ela teria a resposta e a freira respondeu que não iria falar, porque mãe é quem criava e não quem dava a luz.

As únicas informações que tenho é que nasci na maternidade de Piracuruca, pois naquela época creio que muitos bebês nasciam em casa. A data do meu nascimento também está certo, 19 de março de 1989. Sobre minha mãe biológica não tenho mais dicas de nada, tive uma informação a pouco tempo, que em Piracuruca tem uma senhora já aposentada chamada Alexandrina, auxiliar de enfermagem aposentada da maternidade, mas só me disseram isso", finalizou Olívia.

Qualquer informação a respeito dos pais biológicos de Olívia, acesse seu perfil no facebook e envie uma mensagem CLIQUE AQUI para visualizar, ou ligue para o telefone (88) 9 9357-0825 (Claro).