Secretários e PM têm reunião de emergência para evitar greve geral dos policiais e agentes penitenciários
Secretários
estaduais e comando da Polícia Militar têm reunião de emergência para evitar
greve geral dos policiais e de de agentes penitenciários.
Dirigentes
sindicais de policiais militares e civis se reuniram, na tarde de sábado, no
Quartel do Comando Geral (QCG), se reuniram com o comandante da Polícia Militar
(PM), coronel Carlos Augusto Gomes de Souza, com os secretários estaduais Fábio
Abreu (Segurança Pública), Francisco José da Silva, o Franzé (Administração),
Rafael Fonteles (Fazenda) e o coordenador de Comunicação Social, João
Rodrigues, para discutir a proposta de parcelamento do reajuste salarial da
categoria para evitar uma greve geral, programada para esta semana.
O
vereador R. Silva (PP) foi nomeado como porta-voz das entidades militares e
falou que os dirigentes sindicais receberam, por escrito, a proposta do Governo
do Estado.
O
vereador R. Silva disse que a Polícia Militar está reivindicando o cumprimento
do acordo fechado em 2011 pelo movimento Polícia Legal e aprovado em lei em
fevereiro de 2012, o que resultou em uma lei prevendo o reajuste de R$ 649,00
para soldado no mês de maio e o salário passaria de R$ 2, 450,00 para R$
3.100,00, o coronel teria um reajuste de R$ 1.868,00 passando a ter um salário
de R$ 13.230,00.
Se
reuniram a o tenente coronel Carlos Pinho, presidente da Associação dos
Oficiais; o subtenente Raimundo Pereira, da Associação de Subtenentes e Sargentos;
o cabo Aguinaldo Oliveira, presidente dos Cabos e Soldados; e o presidente da
Associação do Corpo de Bombeiros, Flaubert Rocha.
O
vereador R. Silva declarou que as entidades dos militares fizeram cálculo do
impacto na folha com o reajuste seria de R$ 3,8 milhões e o reajuste
beneficiaria 6 mil policiais militares da ativa e 3.800 inativos e
pensionistas.
Policiais
civis, agentes penitenciários e policiais militares estão articulando uma
paralisação coletiva caso o Governo do Estado não ceda o reajuste salarial
prometido anteriormente.
No
final da tarde de sexta-feira, a administração estadual encaminhou uma proposta
ao Sindicato dos Policiais Civil do Piauí (Sinpolpi), mas a oferta foi
rejeitada.
O
presidente do Sinpolpi, Constantino Júnior, afirmou que pela proposta feita por
escrito, o Governo do Estado propôs o pagamento de 50% do reajuste em maio de
2015 e dos outros 50% em fevereiro de 2016. Os 100% correspondem a R$ 750,00. O
Governo do Estado alega crise financeira para cumprir integralmente o reajuste
previsto para esse ano.
A
lei aprovada na Assembleia Legislativa prevê reajustes para os policiais
militares de R$ 750,00 em maio e R$ 900,00 em novembro.
"O
Sindicato dos Policiais Civis não aceita essa proposta. Mas não sabemos ainda
se os policiais militares e os agentes penitenciários vão aceitar”, falou
Constantino Júnior.
As
assembleias serão realizadas na segunda-feira.
O
Sindicato dos Delegados da Polícia Civil do Piauí anunciou que deve paralisar
suas atividades por tempo indeterminado a partir de 25 de maio.
Fonte: www.meionorte.com
Fonte: www.meionorte.com



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